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carlos alberto pinto de lima
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Como o trigo entrou na minha vida

Era preciso aprender a fazer pães. As receitas tentadas não davam certo. Mas não queria fazer formação longa e detalhada porque não passava pela minha cabeça ir trabalhar em padarias.

Descobri no Senai que haviam duas formas de aprender isso: um curso longo, de formação de padeiros para o mercado de trabalho e um outro compacto para aqueles que como eu queriam apenas conhecer as técnicas. E o que descobri? que este tipo de curso servia também como reciclagem de padeiros que estavam no mercado de trabalho! Melhor ainda poder conviver com eles. Trocar experiências.

E lá partimos para as aulas: primeiro, em bancos escolares, matemática, regra-de-três, calculos de produção e por ai vai... até que chega a hora de partir para o mais esperado: colocar a mão na massa.

Pedro era um desses professores que nasceram para o que fazia. Quando via que não conseguiríamos produzir aquilo que tinha nos ensinado, lá ia ele "pegar na massa" e nos orientar novamente.

Depois destas aulas que ocuparam alguns sábados, resolvi ampliar os conhecimentos adquiridos. Então, as livrarias foram o primeiro porto seguro. Lá garimpei PÃO, Arte e Ciência, da Sandra Canella-Rawls, que transforma o mistério em realidade. Também, tenho sempre a mão o The Bread Baker's Apprentice, do mestre Peter Reinhart e, também, Pães, de Emmanuel Hadjiandreou, para citar os de uso mais frequente.

E assim fui trabalhando farinha de trigo, experimentando marcas e resultados. No começo o fermento precisava ser comprado em distribuidores mas hoje, em qualquer bom supermercado já é possível comprar.

E foi como uma evolução destas pesquisas que cheguei, depois de ter desistido algumas vezes, a ter meu próprio fermento. E hoje, alterno a produção artesanal entre o fermento industrial e o rústico.

E, como minha cabeça não fica sossegada, já ando testando a produção de um fermento "selvagem" a partir de cereais que não carregam glúten em sua formação...

Junto com este aprendizado e, como consequência natural, a confeitaria também foi aprendida naas oficinas do Senai. E ssim, vamos criando novos hobbies e ocupações alé de fazer estes "exclusivos" para os amigos que me pedem.

 

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